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Estreia de Tini - Depois de Violetta no Brasil


Hoje o filme "Tini - Depois de Violetta" finalmente chegou aos cinemas brasileiros. Depois de muita espera e mudança nas datas, hoje as fãs puderam assistir o filme que termina o ciclo de Violetta e começa Tini.
Muitas fãs já foram ao cinema e outras provavelmente vão esperar o fim de semana para ir ao cinema. Se você ainda não sabe se o seu cinema vai transmitir o filme, continue pedindo pelas redes sociais e pelo site da rede, muitas redes estão transmitindo o filme só em algumas cidades como Rio de Janeiro ou São Paulo devido a popularidade e a espera do filme.

Junto com a estreia vieram as críticas da imprensa e de alguns sites especializados em cinema, O Globo e Adoro Cinema foram os primeiros a publicarem suas críticas. Violetta cresceu mas não amadureceu, esse pequeno rito de passagem junto a muita música esconde a estratégia de passar de Violetta para a verdadeira Tini - avalia o crítico Alessandro Giannini do site O Globo.
O ponto de vista do fã para o filme é diferente do de um novo espectador, do mesmo modo que não se pode exigir de um fã que seja crítico, seria absurdo exigir de um crítico para que seja fã - diz Bruno Carmelo do site Adoro Cinema - o filme traz cenários artificiais, luas maiores do que se vê no céu, pores do sol mais belos que o comum, amor mais intenso do que se vive num relacionamento normal. A protagonista de 19 anos não tem autoridade e autonomia sobre sua vida, não toma decisões sem consultar o pai, o namorado e os amigos. Tini sequer pode beijar um rapaz por quem está interessada, porque isso seria “ir longe demais”, nas palavras dela. Tini ousa se rebelar e interromper a vida dedicada à arte, mas acaba respeitando exatamente o caminho previsto por terceiros. Tecnicamente, o diretor Juan Pablo Buscarini abusa das ferramentas das telenovelas, sem se preocupar em adaptar a franquia à linguagem do cinema. Ele se concentra em close-ups de rostos, planos e contraplanos nos diálogos, câmeras abertas para abraçar o máximo de paisagem possível, muita câmera lenta nos encontros românticos, efeitos sonoros e visuais precários nas duas cenas em alto mar e isso sem falar na atuação comportadíssima de Stoessel, destinada a fazê-la parecer mais infantil do que realmente é. Mas talvez nenhuma dessas considerações faça sentido para quem se interessa pela saga de Violetta. O público afeito à idealização vai rir nas horas certas, chorar nos momentos esperados e encontrar, no final, a recompensa prometida.

Mesmo com as críticas um pouco negativas, devemos lembrar que as críticas foram feitas por profissionais da indústria cinematográfica, e que "Violetta" influenciou muito no filme, fazendo com que a história se direcione mais ao público infantil e fãs da série, o que não favorece as críticas.

ASSISTA AO FILME:

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